
Como construir e configurar um PABX com software livre
Abordando a versão 1.4
Flavio E. Gonçalves
Quarta Geração
1º. Edição/Dezembro/2008
rev. 9
Florianópolis-SC-Brasil/2006
Copyright 2005© por Flavio E. Gonçalves
Todos os direitos reservados
Capa: Karla Braga
Revisão: Guilherme Waltrick Goes

Atendimento: oops@asteriskguide.com
Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial deste livro.
Esta é a quarta geração do eBook Asterisk Guia de Configuração, a primeira foi lançada em março de 2005. Fiz o teste do dCAP da Digium em Maio de 2006 e tive o privilégio de passar na primeira tentativa, o livro ajudou bastante, apenas dois dos vinte alunos do Asterisk Bootcamp passaram no dCAP. O material contido neste livro tem quase tudo referente ao teste. O principal objetivo desta revisão foi a atualização para a versão 1.4, contudo o leitor pode se deparar com exemplos referentes às versões anteriores.
A forma de comercialização do livro também mudou, privilegiando os eBooks. Estes possuem diversas vantagens, a primeira é ecológica, evitar o uso do papel. Outros pontos que posso citar são a facilidade de transporte e pesquisa associada ao documento eletrônico armazenado dentro de um “laptop” ou “pendrive”. A parte ruim fica por conta da pirataria, que tento minimizar com uma tarja cinza como fundo do livro. Sei que é difícil combater a pirataria e vai da consciência de cada um.
O Asterisk PBX é revolucionário nas áreas de telefonia IP e PABX baseado em software. Durante anos, o mercado de telefonia foi ligado a equipamentos proprietários, fabricados por grandes companhias. A convergência de dados e voz, em pouco tempo vai fazer com que a telefonia seja apenas mais uma aplicação das redes, tornando os atuais equipamentos PABX obsoletos. Com a entrada do Asterisk, mais e mais empresas poderão experimentar recursos como URA - Unidade de Resposta Audível, DAC – Distribuição Automática de Chamadas, mobilidade, correio de voz e conferência, antes restritas a poucos usuários.
Não tive a pretensão de ensinar tudo que existe sobre o Asterisk, pois isto seria muito difícil. Minha proposta neste material é proporcionar ao leitor acesso aos principais recursos e a partir deles descobrir e implantar recursos mais avançados. Eu espero que vocês se divirtam tanto, aprendendo o Asterisk quanto eu me diverti escrevendo sobre ele.
Flávio Eduardo de Andrade Gonçalves
Diretor Geral
V.Office Networks
flavio@asteriskguide.com
Além de agradecer minha família que tem sempre me apoiado, gostaria de agradecer a todos os colaboradores do livro ao longo destes três anos e abro aqui uma lista dos principais:
Ana Cristina Gonçalves – Logística
Karla Braga – Fotos e Capa
Guilherme W. Góes, dCAP – Texto e Revisão
Luis F. Gonçalves – Revisão da versão em Inglês
Oswaldo Fueyo – Versão em espanhol
Hector Kee – Revisão em espanhol
Felipe Pasa, dCAP – Revisão e testes no R2 digital e DAC
Paulo Benatto – Contribuição nos capítulos de interface gráfica
Várias designações são marcas registradas. Onde as encontramos e pudemos identificar elas começam com letras maiúsculas. As marcas Digium, Asterisk, IAX e DUNDi, são marcas registradas da Digium Inc. Este trabalho não é patrocinado nem endossado pela Digium Inc.
Todas as pessoas que eu conheço detestam ser criticadas. Eu não me excluo desse grupo, mas gostando ou não, as críticas, quando construtivas, são a melhor forma de evolução e melhoria constante. Este livro e o curso no qual se baseia tiveram uma boa retroalimentação de alunos e leitores durante os anos de 2005 e 2006. Os capítulos de bilhetagem e uma abordagem mais profunda de AMI e AGI contida no capítulo quatorze foram sugestões de usuários. Outra sugestão acatada foi o uso de placas Digium e configuração real nos cursos.
Por mais que nos esforcemos, sempre existem erros de grafia e conteúdo. Ficamos agradecidos a qualquer um que os aponte e nos permita corrigir. Quaisquer erros podem ser comunicados em:
oops@asteriskguide.com
Definições e conceitos básicos
Roda no Linux e é código aberto
Principais objeções ao Asterisk
A participação de mercado do Asterisk é muito pequena?
Se é gratuito como o fabricante sobrevive?.
Como encontro suporte técnico?
O Asterisk não suporta mais de 200 ramais?
Só “nerds” conseguem instalar o Asterisk!
Nossa empresa não usa software livre!
Usar a CPU do PC para processar o áudio é condenável!
Diferenças entre o velho e o novo mundo
Telefonia usando o velho modelo de PABX/Softswitch
Construindo um sistema de testes
Provedor de serviço VoIP, softfone ou ATA
Placa clone FXO, softfone ou ATA
Atualização de PABX existente para suportar VoIP.
Interligação de filiais através de VoIP
Servidor de aplicações (URA, Conf., Voicemail)
Plataforma para central de atendimento
Encontrando informações e documentação
Baixando e instalando o Asterisk
Questões de compartilhamento de IRQ
Escolhendo uma distribuição do Linux.
Instalando o Linux para atender ao Asterisk.
Preparando o Debian para o Asterisk.
Obtendo e compilando o Asterisk
Iniciando e parando o Asterisk
Parâmetros de linha de comando do Asterisk.
Abaixo os parâmetros disponíveis
Diretórios de instalação do Asterisk.
Arquivos de log do Asterisk e rotação de logs,
Iniciando o Asterisk usando um usuário diferente de root.
Considerações sobre a instalação do Asterisk
2.11.2 Considerações sobre a rede
Primeiros passos usando Asterisk
Gramática dos arquivos de configuração
Formato de objeto com herança de opções
Configurando uma interface com a rede pública
Instalando a placa X100P clone
Configuração direta nos Arquivos SIP
Introdução ao plano de discagem
Criando um plano de discagem simples
Interligando canais com a aplicação dial()
Ligando para a rede pública usando a placa zaptel
Recebendo ligações usando auto-atendimento.
Interfaces de acesso a rede pública
Usando Interfaces FXS, FXO e E+M
Interfaces FX (Foreign eXchange)
FXS (Foreign eXchange Station)
Configurando um canal de telefonia no Asterisk
Procedimentos gerais de configuração válidos nos dois casos
Exemplo 1 - Instalação de uma porta FXO e outra FXS
Opções de configuração do arquivo chan_dahdi.conf
Opções gerais, independentes do tipo de canal
Identificação do assinante em linhas analógicas
Enviando CallerID para portas FXS
Opções de acompanhamento da chamada
Opções para telefones ligados a linhas FXS
De linhas analógicas para digitais
Multiplexação por Divisão de Tempo
Escolhendo uma placa de telefonia para seu Asterisk.
Uso de cancelamento de eco por hardware
Configurando um canal de telefonia no Asterisk
Opções de configuração do arquivo chan_dahdi.conf
Opções gerais, independentes do tipo de canal
Opções para conexões com rede ISDN
Opções de identificador de chamadas (Caller ID).
Seqüência de uma chamada MFC/R2
Debugando a chamada com OpenR2
Projetando redes com voz sobre IP
Arquitetura do Asterisk e voz sobre IP
Como escolher um protocolo de sessão
SIP (Session Initiated Protocol)
MGCP (Media Gateway Control Protocol)
Tabela de comparação entre os protocolos
Overhead causado pelos cabeçalhos.
Matriz de interesse de tráfego
Estratégias de redução do uso de banda passante
Compressão de cabeçalho RTP (cRTP)
5.11.3 Aumentando a Carga de Voz
Formato de uma conexão de saída.
Formato de uma conexão de entrada
Conectando um softfone IAX ao Asterisk
Conectando-se a um provedor baseado em IAX2
Laboratório – Conectando-se ao FreeWorldDialup usando IAX
Interligando dois Asterisk com o IAX em modo trunk.
Restrições baseadas em endereço IP
Interligando dois servidores Asterisk (forma simplificada)
Configuração do arquivo iax.conf
SDP (Protocolo de descrição da sessão)
Cenários avançados na utilização do SIP
Conexão de um servidor Asterisk a um provedor SIP.
Conectando dois servidores Asterisk utilizando SIP
O suporte do Asterisk a domínios
Configuração do codec a ser utilizado
Opções de marcação de pacotes para QoS
Restricted Cone (Cone Restrito)
Port Restricted Cone (Cone restrito por porta)
Sinalização SIP e trafego RTP através do NAT
Textos de discagem utilizados com o SIP
Comandos de console relacionados a SIP
Estrutura do arquivo extensions.conf
Variáveis específicas de aplicações
Variáveis específicas para Macros