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Tutorial do Micro IP PBX em Flash |
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22 de janeiro de 2008 |

O micro IP PBX é um IP PBX embarcado baseado na tecnologia da Broadcom, a mesma usada pelos access points da Linksys. O Micro IP PBX nada mais é que um Access Point integrado à um modem ADSL e um ATA FXS/FXO.
No seu núcleo ele roda um software bastante sofisticado chamado parapbx. Se você executar "parapbx -r" verá a linha de comando CLI> semelhante ao Asterisk, o que mostra que este sistema é derivado do código do projeto Asterisk. O Micro IP PBX é comercializado em regime do OEM ou com a marca Alô-IP.
O sistema permite até 100 ramais e 20 provedores, um telefone FXS pode ser ligado ao equipamento e uma linha telefônica pode ser ligada a porta ADSL (Se a linha for ADSL pode ligar direto no equipamento, ele mesmo separa a voz em uma interface FXO. Uma questão importante no Micro IP PBX é que ele não permite a transcodificação, de forma que se seus telefones forem configurados com codec G.711, seu provedor tem de operar com codec G.711.
Em termos de Asterisk embarcardo é um dos sistemas com melhor custo benefício. O Micro IP PBX pode ser encontrado em www.shopvoip.com.br, fui informado que existem ainda algumas unidade do tipo NFR (Nor For Resale) com preços reduzidos para revendas.
Veja o tutorial em Flash da configuração de dois ramais SIP no MicroVTS |
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Tutoriais sobre Asterisk e VoIP |
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A snalização MFC/R2 é uma sinalização utilizada em telefonia digital, entregue ao consumidor em um link de dados E1, encontrada com muita freqüencia em cidades do interior e em alguns pontos nas capitais brasileiras onde não existe a possibilidade de entrega de um link ISDN ou RDSI como é conhecido no Brasil. Como nos EUA a sinhalização MFC/R2 não existe, pouca ou melhor dizendo nenhuma importância foi dada ao desenvolvimento de bibliotecas que suportassem este tipo de sinalização no Asterisk. |
BackTraces, você já usou? não?, então vamos lá...
Backtrace é um modo de obter informações sobre o que esta acontecendo de errado quando um programa fecha inesperadamente, no nosso caso vamos usar o asterisk como exemplo. Existem dois tipos de backtraces que também é conhecido como bt, que são: bt e bt full... |
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Um ponto algumas vezes esquecido, por nós técnicos, é a interface com o usuário. Nos preocupamos em dimensionar corretamente o servidor, ter uma boa infra-estrutura de rede, aplicar uma politica de QoS na rede entre outras e nos esquecemos de um fator determinante para o sucesso e aceitação dos nossos projetos: a interface com o usuário. |
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Se você trabalha com telefonia IP, talvez ainda não tenha ouvido falar do OpenSER, mas certamente você ouviu falar sobre o Asterisk. Bom eu adoro uma chamada polêmica e eu já vi esta questão formulada muitas vezes em fóruns e listas de discussão. Então eu vou me atrever a comparar estes dois softwares muito populares dedicados ao mercado de VoIP. A idéia aqui não é mostrar qual é o melhor, mas principalmente mostrar como eles são diferentes um do outro. Abaixo está uma comparação tópico por tópico. |
Neste tutorial vou explicar como compilar e instalar o codec speex no ASTERISK, que é juntamente com o ilbc uma ótima alternativa para quem não quer gastar com licensas de codecs proprietários como o G729.
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O Power over Ethernet é uma tecnologia relativamente nova que evoluiu sobre a, amplamente divulgada Ethernet, que disponibiliza energia em corrente contínua confiavelmente através dos mesmos cabos que disponibilizam dados Ethernet. |
O Queue LOG analyzer é uma opção GPL para geração de relatórios e gráficos sobre as filas e CDR Call Detailed Record do Asterisk . O autor é o Earl C. Terwillinger.
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Esse tutorial tem como objetivo demonstrar o processo de configuração do Astribank XORCOM. |
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