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Khomp tem suporte sólido a MFC/R2 |
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02 de junho de 2008 |
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Aplicações usando software livre, como o Asterisk em ambientes cada vez mais complexos, demandam a cada dia mais recursos e maior disponibilidade dos mesmos. Nestas aplicações, as placas da Khomp se destacam e são apresentadas como uma ótima opção.
A Khomp tem grande experiência no fornecimento de placas para aplicações de contact center e trouxe esta experiência para as placas voltadas ao mercado de soft PABX. É daí que vem o sulfixo SPX, presente no nome de todos os modelos de placas Khomp para Asterisk.
Os DSPs da placa realizam as tarefas do zaptel, dispensando o uso do mesmo. Esta abordagem aumenta a disponibilidade e confiabilidade dos recursos, além de diminuir o consumo de CPU. Estes recursos estão disponíveis na placa em igual quantidade aos canais, isto evita a degradação de um recurso pelo uso concomitante de outro. Esta disponibilidade um para um (um recurso para cada canal), permite que o aplicativo Asterisk não se preocupe em administrar o uso simultâneo dos recursos e principalmente, evita problemas em momentos de alto tráfego. Afinal que valor tem um sistema que se degrada justamente no momento em que o cliente está ganhando mais dinheiro, que é quando todos os canais estão ocupados?
Nas placas de E1 a sinalização dos links pode ser R2 ou ISDN. Podendo inclusive rodar as duas sinalizações simultaneamente nas placas de dois E1s. Isto é, um link em R2 e o outro em ISDN. A sinalização é feita pela placa sem depender de bibliotecas, como a Unicall e lib. PRI. Na sinalização R2 a placa possui 60 geradores e 60 receptores de MFC, permitindo o estabelecimento de 60 chamadas simultaneamente sem perda ou atraso na troca de sinalização. Em aplicações de alto tráfego de ligações de saída: discadores preditivos ou aplicações de alto tráfego de entrada como URAs, esta capacidade de trocar sinalização em todos os canais simultaneamente é essencial.
Após o estabelecimento da chamada outros recursos como detecção de discagem e cancelamento de eco passam a ser importantes. O cancelamento de eco em aplicações Asterisk com chamadas VoIP, é importantíssimo e indispensável. O eco ocorre no lado da ligação que tem a terminação analógica. Neste lado, parte do áudio retorna dando origem ao eco. O tempo que este retorno de áudio leva para chegar até a origem é chamado de delay (atraso). A potência do retorno e o delay são parâmetros importantes para determinar um bom cancelamento de eco. O cancelador de eco deve calcular estes parâmetros automaticamente sem a necessidade de calibração manual, tendo em vista que estes parâmetros mudam de uma ligação para outra e até mesmo durante a ligação. Um algoritmo pobre, ao invés de cancelar o eco, pode causar distorção no áudio de entrada. As placas da Khomp possuem canceladores de eco automáticos na mesma quantidade de canais com capacidade para cancelar eco com delay de até 64mSeg. Os canceladores são implementados em hardware sem consumir CPU do micro ou reduzir a capacidade dos demais recursos da placa. Os canceladores atendem as especificações do ITU-T (organismo internacional que definem as normas de telefonia).
Nas soluções em que o Asterisk é colocado na frente do PABX, a khomp possue diversos recursos que agregam valor à solução, como o bridging nativo com gravação, controle do ring back, detecção do dom de fax, entre outros.
A Khomp valoriza o cliente e a relação como integrador, oferecendo suporte técnico ilimitado, gratuito e garantia de 3 anos para todas as placas. |
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Tutoriais sobre Asterisk e VoIP |
Reproduzido conforme licença Creative Commons, mais detalhes verificar a origem. |
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A snalização MFC/R2 é uma sinalização utilizada em telefonia digital, entregue ao consumidor em um link de dados E1, encontrada com muita freqüencia em cidades do interior e em alguns pontos nas capitais brasileiras onde não existe a possibilidade de entrega de um link ISDN ou RDSI como é conhecido no Brasil. Como nos EUA a sinhalização MFC/R2 não existe, pouca ou melhor dizendo nenhuma importância foi dada ao desenvolvimento de bibliotecas que suportassem este tipo de sinalização no Asterisk. |
BackTraces, você já usou? não?, então vamos lá...
Backtrace é um modo de obter informações sobre o que esta acontecendo de errado quando um programa fecha inesperadamente, no nosso caso vamos usar o asterisk como exemplo. Existem dois tipos de backtraces que também é conhecido como bt, que são: bt e bt full... |
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Um ponto algumas vezes esquecido, por nós técnicos, é a interface com o usuário. Nos preocupamos em dimensionar corretamente o servidor, ter uma boa infra-estrutura de rede, aplicar uma politica de QoS na rede entre outras e nos esquecemos de um fator determinante para o sucesso e aceitação dos nossos projetos: a interface com o usuário. |
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Se você trabalha com telefonia IP, talvez ainda não tenha ouvido falar do OpenSER, mas certamente você ouviu falar sobre o Asterisk. Bom eu adoro uma chamada polêmica e eu já vi esta questão formulada muitas vezes em fóruns e listas de discussão. Então eu vou me atrever a comparar estes dois softwares muito populares dedicados ao mercado de VoIP. A idéia aqui não é mostrar qual é o melhor, mas principalmente mostrar como eles são diferentes um do outro. Abaixo está uma comparação tópico por tópico. |
Neste tutorial vou explicar como compilar e instalar o codec speex no ASTERISK, que é juntamente com o ilbc uma ótima alternativa para quem não quer gastar com licensas de codecs proprietários como o G729.
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O Power over Ethernet é uma tecnologia relativamente nova que evoluiu sobre a, amplamente divulgada Ethernet, que disponibiliza energia em corrente contínua confiavelmente através dos mesmos cabos que disponibilizam dados Ethernet. |
O Queue LOG analyzer é uma opção GPL para geração de relatórios e gráficos sobre as filas e CDR Call Detailed Record do Asterisk . O autor é o Earl C. Terwillinger.
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