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30 de junho de 2008 |
Um ponto algumas vezes esquecido, por nós técnicos, é a interface com o usuário. Nos preocupamos em dimensionar corretamente o servidor, ter uma boa infra-estrutura de rede, aplicar uma politica de QoS na rede entre outras e nos esquecemos de um fator determinante para o sucesso e aceitação dos nossos projetos: a interface com o usuário.
No caso de provetos de telefonia IP a interface com o usuário pode ser abordado por dois flancos: a ergonomia dos menus de voz e os terminais IP.
A ergonomia dos menu de voz é algo muitas vezes esquecido, onde o usuário precisa navegar por um grande número de opções para conseguir realizar funções básicas, ou encontra opções confusas. Estes fatos com certeza geram frustações pela parte dos usuários e que podem por ventura minar a aceitação de um projeto e o seu futuro. Por isto é bastante interessante que se gaste uma quantidade razoável de horas no projeto dos menus de voz para que a experiência do usuário seja a mais agradável possível.
Já na parte dos terminais IP muitas vezes é feita economia adquirindo terminais IP de baixo custo, entretanto vale lembrar que o usuário não "enxerga" o servidor bem dimensionado, ou mesmo as políticas de QoS aplicadas em sua rede, mas convive todo dia por pelo menos 8 horas com o seu telefone IP em cima da mesa. Por este motivo é interessante se pensar na qualidade dos terminais IP a serem adquiridos, pois são eles que vão fazer a interface direta com os usuários dos nossos projetos, e são eles que são a "cara" do nosso projeto. Pense no fato de um diretor financeiro, que aprovou a verba do projeto de telefonia IP conviver com um telefone analógico ligado a um ATA, qual a visão que ele terá sobre o projeto? Além do fator de status, temos ainda o fator dos recursos avançados como por exemplo os serviços de diretório, que servem como uma lista telefonica dentro do próprio aparelho, só este ponto já pode aumentar em muita a produtividade dos colaboradores de uma empresa. Outros recursos a serem considerados são o viva-voz, a qualidade de audio, e a possibilidade de executar aplicações XML.
Eng. Guilherme Góes, dCAP CCNA www.voffice.com.br |
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Tutoriais sobre Asterisk e VoIP |
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A snalização MFC/R2 é uma sinalização utilizada em telefonia digital, entregue ao consumidor em um link de dados E1, encontrada com muita freqüencia em cidades do interior e em alguns pontos nas capitais brasileiras onde não existe a possibilidade de entrega de um link ISDN ou RDSI como é conhecido no Brasil. Como nos EUA a sinhalização MFC/R2 não existe, pouca ou melhor dizendo nenhuma importância foi dada ao desenvolvimento de bibliotecas que suportassem este tipo de sinalização no Asterisk. |
BackTraces, você já usou? não?, então vamos lá...
Backtrace é um modo de obter informações sobre o que esta acontecendo de errado quando um programa fecha inesperadamente, no nosso caso vamos usar o asterisk como exemplo. Existem dois tipos de backtraces que também é conhecido como bt, que são: bt e bt full... |
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Um ponto algumas vezes esquecido, por nós técnicos, é a interface com o usuário. Nos preocupamos em dimensionar corretamente o servidor, ter uma boa infra-estrutura de rede, aplicar uma politica de QoS na rede entre outras e nos esquecemos de um fator determinante para o sucesso e aceitação dos nossos projetos: a interface com o usuário. |
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Se você trabalha com telefonia IP, talvez ainda não tenha ouvido falar do OpenSER, mas certamente você ouviu falar sobre o Asterisk. Bom eu adoro uma chamada polêmica e eu já vi esta questão formulada muitas vezes em fóruns e listas de discussão. Então eu vou me atrever a comparar estes dois softwares muito populares dedicados ao mercado de VoIP. A idéia aqui não é mostrar qual é o melhor, mas principalmente mostrar como eles são diferentes um do outro. Abaixo está uma comparação tópico por tópico. |
Neste tutorial vou explicar como compilar e instalar o codec speex no ASTERISK, que é juntamente com o ilbc uma ótima alternativa para quem não quer gastar com licensas de codecs proprietários como o G729.
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O Power over Ethernet é uma tecnologia relativamente nova que evoluiu sobre a, amplamente divulgada Ethernet, que disponibiliza energia em corrente contínua confiavelmente através dos mesmos cabos que disponibilizam dados Ethernet. |
O Queue LOG analyzer é uma opção GPL para geração de relatórios e gráficos sobre as filas e CDR Call Detailed Record do Asterisk . O autor é o Earl C. Terwillinger.
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Esse tutorial tem como objetivo demonstrar o processo de configuração do Astribank XORCOM. |
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