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16 de agosto de 2008 |
Recentemente Jay Phillips, desenvolvedor do
framework Adhearsion, postou em seu blog uma crítica sobre as
dificuldades de se desenvolver uma aplicação com o Asterisk.
Posteriormente Mark Spencer postou sua resposta a esta
crítica.
Este debate nos leva a um ponto bastante interessante, o ponto de vista com o qual se aborda o desenvolvimento de um software. Spencer coloca que o objetivo do Asterisk é se torna uma plataforma de PBX para o mercado SMB, já Phillips deseja que o Asterisk seja uma plataforma de desenvolvimento de aplicações de voz. Esta questão conceitual nos leva a um grande impasse, onde a empresa que fincancia o Asterisk (Digium, capitaneada por Mark Spencer) deseja tomar um rumo, e parte dos desenvolvedores e utilizadores desejam seguir por um caminho diferente. Este é o ponto onde muitos usuários se sentem compelidos a trocar de plataforma, pois o Asterisk não irá tomar o rumo desejado. Entretanto existem várias outras opções no mercado de software livre que vão do OpenSIPS ao FreeSwitch.
Um pouco mais sobre os envolvidos:
Jay Phillips é o principal desenvolvedor do framework para aplicações de voz Adhearsion. Este Framework permite criar aplicações diversas unindo o poder do Asterisk com a linguagem de programação Ruby.
Mark Spencer é o fundador e atual CTO da Digium. Foi ele quem iniciou o desenvolvimento do Asterisk.
Eng. Guilherme Loch Góes www.voffice.com.br
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Tutoriais sobre Asterisk e VoIP |
Reproduzido conforme licença Creative Commons, mais detalhes verificar a origem. |
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A snalização MFC/R2 é uma sinalização utilizada em telefonia digital, entregue ao consumidor em um link de dados E1, encontrada com muita freqüencia em cidades do interior e em alguns pontos nas capitais brasileiras onde não existe a possibilidade de entrega de um link ISDN ou RDSI como é conhecido no Brasil. Como nos EUA a sinhalização MFC/R2 não existe, pouca ou melhor dizendo nenhuma importância foi dada ao desenvolvimento de bibliotecas que suportassem este tipo de sinalização no Asterisk. |
BackTraces, você já usou? não?, então vamos lá...
Backtrace é um modo de obter informações sobre o que esta acontecendo de errado quando um programa fecha inesperadamente, no nosso caso vamos usar o asterisk como exemplo. Existem dois tipos de backtraces que também é conhecido como bt, que são: bt e bt full... |
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Um ponto algumas vezes esquecido, por nós técnicos, é a interface com o usuário. Nos preocupamos em dimensionar corretamente o servidor, ter uma boa infra-estrutura de rede, aplicar uma politica de QoS na rede entre outras e nos esquecemos de um fator determinante para o sucesso e aceitação dos nossos projetos: a interface com o usuário. |
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Se você trabalha com telefonia IP, talvez ainda não tenha ouvido falar do OpenSER, mas certamente você ouviu falar sobre o Asterisk. Bom eu adoro uma chamada polêmica e eu já vi esta questão formulada muitas vezes em fóruns e listas de discussão. Então eu vou me atrever a comparar estes dois softwares muito populares dedicados ao mercado de VoIP. A idéia aqui não é mostrar qual é o melhor, mas principalmente mostrar como eles são diferentes um do outro. Abaixo está uma comparação tópico por tópico. |
Neste tutorial vou explicar como compilar e instalar o codec speex no ASTERISK, que é juntamente com o ilbc uma ótima alternativa para quem não quer gastar com licensas de codecs proprietários como o G729.
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O Power over Ethernet é uma tecnologia relativamente nova que evoluiu sobre a, amplamente divulgada Ethernet, que disponibiliza energia em corrente contínua confiavelmente através dos mesmos cabos que disponibilizam dados Ethernet. |
O Queue LOG analyzer é uma opção GPL para geração de relatórios e gráficos sobre as filas e CDR Call Detailed Record do Asterisk . O autor é o Earl C. Terwillinger.
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